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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Texto o POVO


POVO

— Geneci...
— Senhora?
— Preciso falar com você.
— O que foi? O almoço não estava bom?
— O almoço estava ótimo. Não é isso. Precisamos conversar.
— Aqui na cozinha?
— Aqui mesmo. O seu patrão não pode ouvir.
— Sim, senhora.
— Você...
— Foi o copo que eu quebrei?
— Quer ficar quieta e me escutar?
— Sim, senhora.
— Não foi o copo. Você vai sair na escola, certo?
— Vou, sim senhora. Mas se a senhora quiser que eu venha na Terça...
— Não é isso, Geneci!
— Desculpe.
— É que eu... Geneci, eu queria sair na sua escola.
— Mas...
— Ou fazer alguma coisa. Qualquer coisa. Não agüento ficar fora do Carnaval.
— Mas...
— Vocês não têm, sei lá, uma ala das patroas? Qualquer coisa.
— Se a senhora tivesse me falado antes...
— Eu sei. Agora é tarde. Para a fantasia e tudo o mais. Mas eu improviso uma baiana. Deusa grega, que é só um lençol.
— Não sei...
— Saio na bateria. Empurrando alegoria.
— Olhe que não é fácil...
— Eu sei. Mas eu quero participar. Eu até sambo direitinho. Você nunca me viu sambar? Nos bailes do clube, por exemplo. Toca um samba e lá vou eu. Até acho que tenho um pé na cozinha. Quer dizer. Desculpe.
— Tudo bem.
— Eu também sou povo, Geneci! Quando vejo uma escola passar, fico toda arrepiada.
— Mas a senhora pode assistir.
— Mas eu quero participar, você não entende? No meio da massa. Sentir o que o povo sente. Vibrar, cantar, pular, suar.
— Olhe...
— Por que só vocês podem ser povo? Eu também tenho direito.
— Não sei...
— Se precisar pagar, eu pago.
— Não é isso. É que...
— Está bem. Olhe aqui. Não preciso nem sair na avenida. Posso costurar. Ajudar a organizar o pessoal. Ajudar no transporte. O Alfa Romeo está aí mesmo. Tem a Caravan, se o patrão não der falta. É a emoção de participar que me interessa, entende? Poder dizer "a minha escola...". Eu teria assunto para o resto do ano. Minhas amigas ficariam loucas de inveja. Alguns iam torcer o nariz, claro. Mas eu não sou assim. Eu sou legal. Eu não sou legal com você, Geneci? Sempre tratei você de igual para igual.
— Tratou, sim senhora.
— Meu Deus, a ama-de-leite da minha mãe era preta!
— Sim, senhora.
— Geneci, é um favor que você me faz. Em nome da nossa velha amizade. Faço qualquer coisa pela nossa escola, Geneci.
— Bom, se a senhora está mesmo disposta...
— Qualquer coisa, Geneci.
— É que o Rudinei e Fátima Araci não têm com quem ficar.
— Quem?
— Minhas crianças.
— Ah.
— Se a senhora pudesse ficar com eles enquanto eu desfilo...
— Certo. Bom. Vou pensar. Depois a gente vê.
— Eu posso trazer elas e...
— Já disse que vou pensar, Geneci. Sirva o cafezinho na sala.



Radio D.S.S

Acesse a radio D.S.S pará escutar uma programação que quem manda é você:
www.radiodss.weebly.com

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Atividade Singular e Plural e Tipos de Frase


De uma forma bem simples os alunos irão classificar os advérbios pintando e circulando.

Após a classificação o professor poderá pedir que destaquem 3 advérbios e elaborem 3 frases sobre a situação que aparece na figura.

Como apoio uma pequena lista de Advérbios:

Tempo: Ontem, hoje, amanhã, breve, logo, antes, depois, agora, já, sempre, nunca, jamais, cedo, tarde, outrora, ainda, antigamente, novamente, brevemente, raramente. 

Lugar: Aqui, ali, aí, cá, lá, acolá, atrás, perto, longe, acima, abaixo, adiante, dentro, fora, além. 

Modo: Bem, mal, assim, depressa, calmamente, suavemente, alegremente. 

Afirmação: Sim, deverás, certamente, realmente, efetivamente. 

Negação: Não, tampouco. 

Dúvida: Talvez, quiçá, acaso, decerto, porventura, provavelmente, possivelmente. 


Intensidade: Muito, pouco, bastante, mais, menos, demais, tão, tanto, meio.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

trabalho para 8º ano


O POVO
           

            Não posso deixar de concordar com tudo o que dizem do povo. É uma posição impopular, eu sei, mas o que fazer? É a hora da verdade. O povo que me perdoe, mas ele merece tudo que se tem dito dele. E muito mais.
            As opiniões recentemente emitidas sobre o povo até foram tolerantes. Disseram, por exemplo, que o povo se comporta mal em grenais. Disseram que o povo é corrupto. Por um natural escrúpulo, não quiseram ir mais longe. Pois eu não tenho escrúpulo.
            O povo se comporta mal em toda a parte, não apenas no futebol. O povo tem péssimas maneiras. O povo se veste mal. Não raro, cheira mal também. O povo faz xixi e cocô em escala industrial. Se não houvesse povo, não teríamos o problema ecológico. O povo não sabe comer. O povo tem um gosto deplorável. O povo é insensível. O povo é vulgar.
            A chamada explosão demográfica é culpa exclusivamente do povo. O povo se reproduz numa proporção verdadeiramente suicida. O povo é promíscuo e sem-vergonha. A superpopulação nos grandes centros se deve ao povo. As lamentáveis favelas que tanto prejudicam nossa paisagem urbana foram inventadas pelo povo, que as mantém contra os preceitos da higiene e da estética.
            Responda, sem meias palavras: haveria os problemas de trânsito se não fosse pelo povo? O povo é um estorvo.
            É notória a incapacidade política do povo. O povo não sabe votar. Quando vota, invariavelmente vota em candidatos populares que, justamente por agradarem ao povo, não podem ser boa coisa.
            O povo é pouco saudável. Há, sabidamente, 95 por cento mais cáries dentárias entre o povo. O índice de morte por má nutrição entre o povo é assustador. O povo não se cuida. Estão sempre sendo atropelados. Isto quando não se matam entre si. O banditismo campeia entre o povo. O povo é ladrão. O povo é viciado. O povo é doido. O povo é imprevisível. O povo é um perigo.
            O povo não tem a mínima cultura. Muitos nem sabem ler ou escrever. O povo não viaja, não se interessa por boa música ou literatura, não vai a museus. O povo não gosta de trabalho criativo, prefere empregos ignóbeis e aviltantes. Isto quando trabalha, pois há os que preferem o ócio contemplativo, embaixo de pontes. Se não fosse o povo nossa economia funcionaria como uma máquina. Todo mundo seria mais feliz sem o povo. O povo é deprimente. O povo deveria  ser eliminado.
                                                                                  Luís Fernando Veríssimo

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO
Leia o texto e responda às questões que seguem:
1) O que, na sua opinião, o autor pretende com a crítica social feita através deste texto?

2) Sabe-se que popular, diz respeito ao povo. O que então o autor quis dizer com a expressão “É uma posição impopular...”?

3) Por que a autor afirma que a “explosão demográfica é culpa exclusivamente do povo?

4) Você concorda que o povo não sabe votar? Qual, na sua opinião, é o critério que o povo utiliza para escolher seus representantes políticos? Por que isso acontece? 

5) A solução, para o autor, é a eliminação do povo. Na sua opinião, o que mudaria todo esse cenário descrito pelo autor acerca do povo. Dê a sua solução.

6) Que tipo de texto é este? Narrativo ou argumentativo? Por quê? 

ATIVIDADES GRAMATICAIS
1) SUBLINHE O SUJEITO, E CIRCULE O PREDICADO DAS FRASES. APÓS, CLASSIFIQUE-OS E APONTE OS NÚCLEOS DO SUJEITO E DO PREDICADO:
a) As opiniões recentemente emitidas sobre o povo até foram tolerantes.
SUJEITO:__________
NÚCLEO DO SUJEITO:____________
PREDICADO: __________________________ 
NÚCLEO DO PREDICADO: ______________
b) Haveria os problemas de trânsito se não fosse pelo povo?
SUJEITO:__________
NÚCLEO DO SUJEITO:____________
PREDICADO: __________________________ 
NÚCLEO DO PREDICADO: ______________
c) Disseram que o povo é corrupto.
SUJEITO:__________
NÚCLEO DO SUJEITO:____________
PREDICADO: __________________________ 
NÚCLEO DO PREDICADO: ______________
d) As favelas e o desemprego causam a pobreza do povo.
SUJEITO:__________
NÚCLEO DO SUJEITO:____________
PREDICADO: __________________________ 
NÚCLEO DO PREDICADO: ______________
e) Não posso deixar de concordar com tudo o que dizem do povo
SUJEITO:__________
NÚCLEO DO SUJEITO:____________
PREDICADO: __________________________ 
NÚCLEO DO PREDICADO: ______________
f) O povo morre atropelado.
SUJEITO:__________
NÚCLEO DO SUJEITO:____________
PREDICADO: __________________________ 
NÚCLEO DO PREDICADO: ______________

2) CLASSIFIQUE O TERMO DESTACADO USANDO (OD) PARA OBJETO DIRETO, (OI) PARA OBJETO INDIRETO E (PS) PARA PREDICATIVO DO SUJEITO E (CN) PARA COMPLEMENTO NOMINAL:


a) O povo não gosta de trabalho criativo. (        )
b) É notória a incapacidade do povo. (      )

c) Haveria os problemas de trânsito se não fosse pelo povo? (      ).       
d) O povo não sabe comer. (      )
e) O povo precisa de trabalho. (      )                                                        
f) O povo permanece inculto. (      )
g) O povo tem necessidade de empregos. (       )                                       
h) O povo é promíscuo. (       )
i) O povo não tem a mínima cultura. (      )

3) PASSE A FRASE ABAIXO PARA A VOZ ATIVA:
As lamentáveis favelas que tanto prejudicam nossa paisagem urbana foram inventadas pelo povo.
_________________________________________________________________________________

4) PASSE A FRASE ABAIXO PARA A VOZ PASSIVA:
O povo não aprecia o trabalho criativo.
_______________________________________________________________________________

5) CLASSIFIQUE AS CONJUNÇÕES COORDENATIVAS NAS FRASES ABAIXO.
a) O povo que me perdoe, mas ele merece tudo o que se tem dito dele.
_________________________________________________________________________________
b) O povo é insensível e não sabe controlar seu dinheiro.
_______________________________________________________________________________
c) O povo não tem educação, por isso estão sempre criando confusões em estádios de futebol.
_____________________________________________________________________________
d) O povo é responsável pela explosão demográfica, pois não controlam o número de filhos que têm.
_______________________________________________________________________________
e) Ou o povo muda, ou o país ficará cada vez pior.
_______________________________________________________________________________

6) CLASSIFIQUE AS CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS NAS ORAÇÕES ABAIXO.
a) É preciso melhorar a educação para que o povo tenha uma vida melhor.
_______________________________________________________________________________
b) Quanto mais filhos, menos recursos têm as famílias pobres.
________________________________________________________________________________
c) A violência aumenta conforme aumenta o desemprego nas grandes cidades.
______________________________________________________________________________
d) Se não fosse o povo nossa economia funcionaria como uma máquina.
________________________________________________________________________________
e) Ainda que seja difícil, é necessário mudar a economia do país.
_________________________________________________________________________________
f) Quando vota, o povo vota em candidatos populares.
__________________________________________________________________________________

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

prova

colégio ___________________________________________________________________________
nome:_________________________________________________ nº:___ data __/__/___ série:____
professor:__________                                                                                                           nota:______
                                                         prova de português valor 4,0
                                                                          
1- leia a tirinha e responda:
- INTERPRETAÇÃO DA TIRINHA
1-assinale a alternatva correta (2,0)
a)ela esta revoltada porque...
1(  )o cabelo dela esta despenteado
2(  )o menino que ela gosta acha ela feia
3(  )o dente dela esta preste a cair
4(  )em ter que trocar uma coisa que ainda serve

b)por que a situação não esta boa pra ficar desperdisando dente?
1(  )porque ela come demais
2(  )porque ela acaba de terminar com o namorado
3(  )porque ela esta na idade de morde tudo
4(  )nenhuma das alternativas.justifique sua resposta.
_________________________________________
_________________________________________

c)de que ano é a tirinha?
1(  )2005
2(  )2010
3(  )1996
4(  )1993

d)como é o nome da personagem?
1(  )nilsara
2(  )madelena
3(  )karina
4(  )nenhuma das alternativas.qual é então?
__________________________________

2-como é o nome do autor da tirinha?(0,2)
______________________________

3-o que você intendeu da tirinha?(0,2)
__________________________
__________________________
__________________________
4-como você daria o nome dessa tirinha?(0,2)
__________________________________

5-crie sua tirinha:(0,4)
























  




- ORTOGRAFIA
1-tire da tirinha:(1,0)
a)1 substantivo
________________
b)1 adjetivo
________________
c)1 verbo
________________
d) 1 palavra
________________
           

                                                                              gabarito
nº resposta                                                          valor     
1-                   
a)  4                                                                      0,5   
b)  3                                                                      0,5 
c)   4                                                                     0,5
d)mafalda 4                                                          0,5
2-joaquin s.                                                           0,2
3-resposta pessoal com coerencia                       0,2
4-resposta pessoal com coerencia                       0,2
5-resposta pessoal com coerencia                       0,5
1-
a)                                                                            0,2
b)                                                                            0,4
c)                                                                            0,2      
d)                                                                           0,2

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Provas 6º ao 9º Ano



 7ª série – Português
Leia o texto e responda as questões.

Por que algumas aves voam em bando formando um V?

      Elas parecem ter ensaiado. Mas é claro que isso não acontece. Quem nunca viu ao vivo, já observou em filme ou desenho animado aquele bando de aves voando em "V". Segundo os especialistas, esta característica de vôo é observada com mais freqüência nos gansos, pelicanos, biguás e grous.
      Há duas explicações para a escolha dessa formação de vôo pelas aves. A primeira consiste na economia de energia que ela proporciona. Atrás do corpo da ave e, principalmente, das pontas de suas asas, a resistência do ar é menor e, portanto, é vantajoso para as aves voar atrás da ave dianteira ou da ponta de sua asa. Ou seja: ao voarem desta forma, as aves poupariam energia, se esforçariam menos, porque estariam se beneficiando do deslocamento de ar causado pelas outras aves. Isso explicaria, até, a constante substituição do líder nesse tipo de bando.
      Essa é a primeira explicação para o vôo em "V". E a segunda? O que diz? Ela sustenta que esse tipo de vôo proporcionaria aos integrantes do bando um melhor controle visual do deslocamento, pois em qualquer posição dentro do "V" uma ave só teria em seu campo de visão outra ave, e não várias. Isso facilitaria todos os aspectos do vôo. Os aviões militares de caça, por exemplo, voam nesse mesmo tipo de formação, justamente para ter um melhor campo de visão e poder avistar outros aviões do mesmo grupo. Essas duas explicações não são excludentes. É bem possível que seja uma combinação das duas o que torna o vôo em "V" favorável para algumas aves.

(NACINOVIC, Jorge Bruno, Por que algumas aves... Ciência Hoje das Crianças,
Rio de Janeiro, n. 150, set. 2004.)

1 -Bandos de aves e aviões militares de caça têm em comum

A) o objetivo de economizar energia.
B) a necessidade de ter um bom campo de visão.
C) a preferência por vôos longos.
D) a substituição permanente do líder.
E) o objetivo de não ficarem isolados.

2 - Segundo o texto, as aves poupam energia voando em “V” porque

A) são beneficiadas pelo deslocamento do ar causado pelas aves da frente.
B) podem se ajudar mutuamente durante longos percursos.
C) podem obter melhor controle visual do deslocamento.
D) têm o instinto de sempre seguir o líder do bando em seu itinerário.
E) se acostumaram a voar assim.


3 - Pode-se afirmar que o texto

A) conta uma história curiosa e divertida sobre pássaros.
B) defende uma idéia sobre uma questão científica.
C) explica os movimentos das aves com base em informações científicas.
D) noticia uma descoberta científica ultrapassada sobre o vôo das aves.
E) mostra uma hipótese de que voar em V pode ser melhor para os aviões.


4 - O texto tem como tema um aspecto particular da vida de algumas aves:

A) a economia de energia.
B) o modo de voar.
C) a semelhança entre elas e os aviões.
D) o formato das asas.
E) voam assim por serem parecidas.

5 - “Isso explicaria, até, a constante substituição do líder nesse tipo de bando.”
Com base no texto, conclui-se que o líder é substituído constantemente porque essa posição...

A) é cobiçada por todas as aves do bando.
B) é a mais importante do grupo.
C) é só para lideres.
D) proporciona melhor controle visual.
E) consome muito mais energia.

6 - Indique a forma verbal que não alteraria o aspecto de durabilidade no passado e o sentido expresso pela locução grifada neste enunciado do texto:
"Tão comodamente que eu estava lendo...”.
A) lera
B) lia
C) leio
D) leria
E) li

7 - Assinale a série em que estão devidamente classificadas as formas verbais destacadas:
“Ao chegar na fazenda, esperava que já tivesse terminado a festa”.
A)      futuro do subjuntivo, pretérito perfeito do subjuntivo
B)      infinitivo, presente do subjuntivo
C)      futuro do subjuntivo, presente do subjuntivo
D)      infinitivo, pretérito imperfeito do subjuntivo
E)      infinitivo, pretérito perfeito do subjuntivo

8 - Assinale a alternativa correta:
I) O Modo subjuntivo expressa uma idéia de incerteza, um fato duvidoso.
II) O modo indicativo descreve o mundo fictício, exprimindo atitudes incertas.
III) Em nossa língua há três conjugações. Verbos terminados em ar, er, e ir.
IV) O pretérito mais-que-perfeito indica apenas uma ação passada.
V) O verbo, como todas as classes de palavras, apresenta flexão de tempo.

Estão corretas:
A) IV e I
B) I e III
C) III e V
D) II e IV

GABARITO DE PORTUGUÊS

1 – B  / 2 – A  / 3 – C  / 4 – B  / 5 – E  / 6 –  B  / 7 –  D  / 8 –  B


9º Ano - 8ª Série - Português

VISITA

        Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
        Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
        Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
         Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.

GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras crônicas. Para gostar de ler, 31.
São Paulo: Ática, 2001. p. 88-89


1 - Ao encontrar um inseto quase morto em sua mesa, o homem
a) colocou-o dentro de um pote de água.
b) escondeu-o para que ninguém o matasse.
c) pingou água sobre sua cabeça.
d) procurou por outros insetos no escritório.
e) não lhe deu muita importância.


2 - O homem interessou-se pelo inseto porque
a) decidiu descansar do trabalho cansativo que realizava no jornal.
b) estranhou a presença de um inseto do mato em plena cidade.
c) percebeu que ele estava fraco e doente por falta de água.
d) resolveu salvar o animal para analisar o funcionamento do seu corpo.
e) era um inseto perigoso e contagioso.


3 - A mudança na rotina do homem deu-se
a) à chegada do inseto na redação do jornal.
b) ao intenso calor daquela tarde de verão.
c) à monotonia do trabalho no escritório.
d) à transferência de local onde estava o inseto.
e) devido ao cansaço do dia.


4 - Em “Não faça isso com o coitado!”, a palavra sublinhada sugere sentimento de
a) maldade
b) crueldade
c) desprezo
d) esperança
e) afeição


5 - A presença do inseto na redação do jornal provocou no homem
a) curiosidade científica.
b) sensação de medo.
c) medo de pegar uma doença.
d) lembranças da infância.
e) preocupação com o próximo.

6 - Com base na leitura do texto pode-se concluir que a questão central é
a) a presença inesperada de um inseto do mato na cidade.
b) a saudade dos amigos de infância
c) a vida pacifica da grande cidade.
d) a preocupação com a proteção aos animais.
e) o cuidado que se deve ter com todos os insetos.

7 – Não se deu destaque a uma oração coordenada na opção:

A) Censura teus amigos em particular e elogia-os em público
B) O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.
C) Prega bem quem vive bem.
D) Me empenhei muito, pois queria vencer na competição.
E) Comprei vários quadros e artesanatos também.

8 - Assinale a alternativa em que a associação está correta:

I. Deus fez a luz; depois criou a natureza e, finalmente, formou o homem.
II. Se quiseres vencer na vida, cultiva a paciência e segue a lei do Amor.
III. Conheci um grande amigo!

A - Período composto por coordenação.
B - Período simples.
A) I-A; II-B; III-A
B) I-B; II-A; III-B
C) I-A; II-A; III-B
D) I-B; II-B; III-A
E) I-A; II-A; III-A


9 - Assinale a sequência de conjunções que estabelecem, entre as orações de cada item, uma correta relação de sentido:

1. Correu demais, _______ caiu.
2. Dormiu mal, _______ os sonhos não o deixaram em paz.
3. A matéria perece, _______ a alma é imortal.
4. Leu o livro, _______ é capaz de descrever as personagens com detalhes.
5. Guarde seus pertences, _______ podem servir mais tarde.

A) porque, todavia, portanto, logo, entretanto
B) por isso, porque, mas, portanto, que
C) logo, porém, pois, porque, mas
D) por isso, porque, e, porém, mas
E) pois, porém, pois, porém, contudo


10 -  Analise sintaticamente a oração em destaque:
“Bem-aventurados os que ficam, porque eles serão recompensados.”(Machado de Assis)

A)  oração coordenada assindética
B)  oração coordenada sindética adversativa
C)  oração coordenada sindética aditiva
D)  oração coordenada sindética conclusiva
E)  oração coordenada sindética explicativa

GABARITO DE PORTUGUÊS
1 – C / 2 – B  /  3 – A  /  4 – E  /  5 – D  /  6 – A  /  7 – C  /  8 – C  /  9 – B  /  10 – E

 6º ANO - REDAÇÃO


Interpretação textual – A VELHA CONTRABANDISTA


Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.         
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:          
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?   
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu:      
- É areia!         
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.     
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:           
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.           
- Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:           
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não “espaia” ? – quis saber a velhinha.       
- Juro – respondeu o fiscal.    
- É lambreta.   
                                                                                                                    (Stanislaw Ponte Preta)

Interpretação do texto

1) O que a velhinha carregava dentro do saco, para despistar o guarda?
_____________________________________________________

2) O que o autor quis dizer com a expressão “tudo malandro velho”?
___________________________________________________
3) Leia novamente o 4º parágrafo do texto e responda:

Quando o narrador citou os dentes que “ela adquirira no odontólogo”, a que tipo de dentes ele se referia?
__________________________________________________

4) Explique com suas palavras qual foi o truque da velhinha para enganar o fiscal.
__________________________________________________


 5) Quando a velhinha decidiu contar a verdade?
_________________________________________________

6) Qual é a grande surpresa da história?
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7) Numere corretamente as frases abaixo, observando a ordem dos acontecimentos.

(   ) O fiscal verificou que só havia areia dentro do saco.
(   ) O pessoal da alfândega começou a desconfiar da velhinha.
(   ) Diante da promessa do fiscal, ela lhe contou a verdade: era contrabando de lambretas.
(   ) Todo dia, a velhinha passava pela fronteira montada numa lambreta, com um saco no bagageiro.
(   ) Mas, desconfiado, o fiscal passou a revistar a velhinha todos os dias.
(   ) Durante um mês, o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
(   ) Então, ele prometeu que não contaria nada a ninguém, mas pediu à velhinha que lhe dissesse qual era o contrabando que fazia.


6º ANO - PORTUGUÊS

Apagão em escala planetária festejará o brilho das estrelas

Pouca gente ouviu falar de poluição luminosa, mas tal coisa existe e é um pesadelo na vida de astrônomo, pois rouba a beleza do céu estrelado. Não foram os astros que perderam o frescor, a humanidade é que iluminou intensamente a Terra e ofuscou a noite. A poluição luminosa é causada pelo excesso de iluminação urbana. (...) Para chamar a atenção para o problema, astrônomos de diversos países começaram a organizar algo como o dia mundial do céu escuro. A idéia é que as luzes das cidades fossem apagadas por alguns instantes. Isso  em 18 de abril de 2005, quando seriam lembrados os 50 anos da morte de Albert Einstein.
(Revista O Globo, Rio de Janeiro, 3/10/2004)


1 - Da leitura do texto, pode-se entender que a poluição luminosa é provocada

a) pelo brilho intenso das estrelas.
b) pela perda do frescor dos astros.
c) pela pouca iluminação de algumas cidades.
d) pelo excesso de iluminação urbana.
e) pelo brilho lunar.

2 -  De acordo com o texto, o excesso de iluminação é uma preocupação para os astrônomos porque
a) dificulta a iluminação urbana.
b) ilumina excessivamente a cidade.
c) impede a plena observação das estrelas.
d) torna a noite ainda mais escura.
e) as pessoas se incomodam com tanta luz.

3 - A questão central tratada no texto é a
a) economia de energia.
b) beleza das estrelas.
c) pesquisa dos astros.
d) poluição luminosa.
e) A falta de luz.

4 - A finalidade desse texto é
a) informar a preocupação dos astrônomos.
b) denunciar os perigos de um apagão.
c) alertar sobre o consumo de energia.
d) valorizar o excesso de iluminação urbana.
e) mostrar a preocupação das pessoas referente a luz.


5 - (UNIV. EST. PONTA GROSSA-PR) Assinale a  frase em que os advérbio expressam  idéias de tempo e negação:

a) Falei calmamente com os embaixadores.
b) Não me pergunte as razoes da minha atitude.
c) Eles sempre chegam atrasados.
d) Hoje acreditei em você, mas não acreditarei mais!
e) Agora seremos felizes para sempre.


O CADERNO

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o be-a-bá.
Em todos os desenhos coloridos vou estar:
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel.
(...)
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado, se lhe dá prazer.
A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer.
Só peço a você um favor, se puder:
Não me esqueça num canto qualquer.

(Mutinho eToquinho, letra retirada do site http://www.toquinho.com.br)

6 -  A expressão “A vida segue sempre em frente” indica que na vida:
a) tudo acaba.
b) tudo passa.
c) tudo estaciona
d) tudo fica como está.
e) passamos por fases.

7 -  No poema, o verso “Do primeiro rabisco até o be-a-bá” sugere a aprendizagem
a) do desenho.
b) da fala.
c) da escrita.
d) da pintura.
e) da leitura.

8 -  A partir da leitura do poema, pode-se concluir que o caderno
a) gosta muito de todas as crianças.
b) fala como se fosse uma pessoa.
c) sonha com desenhos coloridos.
d) gosta muito de rabiscar.
e) fica triste por ser deixado de lado.

GABARITO

1 – D / 2 – C / 3 – D / 4 – A / 5 – D / 6 – E / 7 – C / 8 – B

O poema a seguir trata do sentimento de amizade.

Meus amigos
quando me dão a mão
sempre deixam
outra coisa

presença
olhar
lembrançacalor

meus amigos
quando me dão
deixam na minha
a sua mão
                        LEMINSKI, Paulo. Caprichos e relaxos. São Paulo, Brasiliense, 1983. p.86.

INTERPRETAÇÃO

1.Quantas estrofes e quantos versos tem o poema?
2. O poema tem rimas finais? Tem rimas internas?
3. A “presença” dos amigos que fica nas mãos do poeta marca – se por duas sensações: uma física e uma psicológica. Identifique – as.
4. É possível afirmar que os traços dessa presença são tão fortes que o poeta não consegue separá – los. Que recurso ele teve de empregar para expressar esse fato?
5. Na última estrofe, o poeta omite intencionalmente uma palavra que já ocorreu no texto. Qual palavra?
6. A palavra mão tem muitos significados em português. Atribua a ela um significado adequado em cada frase:
a) Tinha ótima mão para cerâmica.
b) O poder passou às mãos da oposição.
c) Cuidado! Esta rua não dá mão à esquerda!
d) Acho que esta sua redação tem mão de seu pai…

RESPOSTAS

1. três estrofes; onze versos
2. Rima final, só na última estrofe: dão/mão. Rimas internas: dão/mão (1ª estrofe); presença/lembrança(calor) (2ª estrofe)
3.física: calor; psicológica: lembrança
4. um substantivo composto: lembrançacalor.
5. Mão, no segundo verso.
6.
a) habilidade, destreza
b) controle
c) sentido em que um veículo deve transitar
d) influência, intervenção

http://www.momentocerto.com.br/exercicios-de-portugues/interpretacao-poema-8%C2%AA-serie-9%C2%BA-ano/

9º Ano

QUÍMICA DA DIGESTÃO

     Para viver, entre outras coisas, precisamos de energia. Como não podemos tirar energia da luz do sol para viver, como os vegetais, essa energia usada pelo nosso organismo vem das reações químicas que acontecem nas nossas células.
     Podemos nos comparar a uma fábrica que funciona 24 horas por dia. Vivemos fazendo e refazendo os materiais de nossas células. Quando andamos, cantamos, pensamos, trabalhamos ou brincamos, estamos consumindo energia química gerada pelo nosso próprio organismo. E o nosso combustível vem dos alimentos que comemos.
     No motor do carro, por exemplo, a gasolina ou o álcool misturam-se com o ar, produzindo uma combustão, que é uma reação química entre o combustível e o oxigênio do ar. Do mesmo modo, nas células do nosso organismo, os alimentos reagem com o oxigênio para produzir energia. No nosso corpo, os organismos são transformados nos seus componentes mais simples, equivalentes à gasolina ou ao álcool, e, portanto, mais fáceis de queimar. O processo se faz através de um grande número de reações químicas que começam a se produzir na boca, seguem no estômago e acabam nos intestinos. As substâncias presentes nesses alimentos são decompostas pelos fermentos digestivos e se transformam em substâncias orgânicas mais simples. Daí esses componentes são transportados pelo sangue até as células. Tudo isso também consome energia.
     A energia necessária para todas essas transformações é produzida pela reação química entre esses componentes mais simples, que são o nosso combustível e o oxigênio do ar. Essa é uma verdadeira combustão, mas uma combustão sem chamas, que se faz dentro de pequenas formações que existem nas células, as mitocôndrias, que são nossas verdadeiras usinas de energia.

1 -  O texto afirma que o nosso corpo pode ser comparado a uma fábrica porque

a) reage quimicamente pela combustão.
b) move-se a base de gasolina ou álcool.
c) produz energia a partir dos alimentos.
d) utiliza oxigênio como combustível.
e) Funciona 22 horas por dia.

2 - “Tudo isso também consome energia” (3º parágrafo ) No trecho, a expressão em destaque  se refere a

a) Fermentos digestivos..
b) combustíveis.
c) reações químicas.
d) usinas de energia.
e) energia.

3 – Depois de processadas pelos fermentos digestivos, as substâncias são levadas para

a) a boca.
b) as células.
c) o estômago.
d) os intestinos.
e) o esôfago.

4 - As mitocôndrias são essenciais para o funcionamento do nosso corpo porque são responsáveis por

a) digerir os alimentos.
b) produzir energia.
c) renovar as células.
d) transportar o oxigênio.
e) limpar nosso sangue.




5 - Este texto pode ser considerado um artigo de divulgação científica porque apresenta:

a) explicação detalhada sobre um acontecimento recente.
b) expressões coloquiais para exemplificar o processo da digestão.
c) linguagem figurada para descrever o processo de combustão.
d) vocabulário técnico para explicar a química da digestão.
e) uma explicação muito complexa.

6 – O texto trata

a) da constituição do aparelho digestivo.
b) da digestão como  fonte de energia.
c) dos cuidados para uma boa alimentação.
d) dos elementos que compõem o corpo humano.
e) do processo da degustação.

7 - (UNIV. FEDERAL MARANHÃO) O verbo da oração:”Os pesquisadores orientarão os alunos.”  terá, na voz passiva, a forma:

a) haverão de orientar
b) haviam orientado
c) orientaram-se
d) terão orientado
e) serão orientados

8 - Indique a alternativa cujo termo destacado é agente da passiva.

a) Os cupins resolvem complicados problemas de ventilação.
b) Algumas doenças são causadas pelos insetos.
c) Alguns insetos cortam e mastigam sua comida.
d) Complicados problemas são resolvidos pelos cupins.
e) As formigas trabalham todo o tempo.

9 - Leia a oração: “ Divulgou-se muito, na época, a manifestação dos caras-pintadas”.
Em que voz se encontra o verbo da oração?
a) Passiva sintética
b) Passiva analítica
c) Ativa
d) reflexiva
e) Passiva

10 - Assinale a alternativa CORRETA com relação à concordância verbal.

a) Quais de vocês cometeu o maior pecado?
b) Fui eu que pagou as despesas.
c) Falta três segundos para o término da partida.
d) Mais de cem pessoas foi testemunha do assalto.
e)  Ela ficou meio confusa ao ouvir a notícia.

GABARITO

1 – C / 2 -  C  / 3 – B / 4 – B / 5 – D / 6 – B / 7 – E / 8 – D / 9 – A / 10 - E